"Continua a bandalheira nacional
Orlando Costa
2008-01-24 16:49
Segundo o tipo de leucemia, uma segunda quimioterapia, dita de "consolidação", um pouco diferente da primeira, será encarada logo após a remissão. Pode ser feita de uma a três vezes, com, de cada vez, uma aplasia de três semanas.A fim de evitar uma recaída, gravíssima, da leucemia atacando o cérebro e o seu invólucro, uma quimioterapia local, chamada "profilaxia neuromníngica" será, sistematicamente feita para as leucemias linfoblásticas e algumas mieloblásticas, sob a forma de algumas punções lombares, acompanhada de uma sessão de "raios", mais convencionalmente chamados "radioterapia".A punção lombar é um acto que muitos pensam conhecer e sobretudo temer, pois pensam ser muito dolorosa. Não é verdade. Os médicos que as realizam têm uma grande experiência, já que as realizam diariamente sob anestesia local.Sempre com o fim de evitar uma recaída da leucemia, uma quimioterapia será continuada durante á volta de dois anos, sob a forma de medicamentos a tomar pela via oral, todos os dias, e também por curtos internamentos hospitalares regulares.A idade é o mais importante dos factores prognósticos; a possibilidade de remissão completa diminui com a idade. Além disso, o facto de estar presente uma mieoldisplasia antes da leucemia, reduz igualmente as hipóteses de remissão completa.É preciso saber que nos tratamentos das leucemias agudas, os progressos são regulares, e observa-se que apesar de as remissões completas atingirem uma boa percentagem, à volta de 70%, as pessoas afectadas não poderão nunca mais expor-se a determinados ambientes, um deles o escolar, dado não se saber onde pode surgir um factor desencadeante da recaída (bactéria) total e sem remissão possível.Todos os médicos sabem disto, o que leva a concluir que as Juntas (ditas) Médicas são dominadas por estranhos á medicina."
Todo este texto foi escrito nos comentários do PD do IOL, pelo Sr. que assina Orlando Costa.Aqui está a melhor forma traduzida nas palavras certas, as mais adequadas, para expressar que efectivamente a classe médica sabe o que está a fazer, quando indeferem uma aposentação por incapacidade, nomeadamente às pessoas que padecem de Leucemia.
Precisamos de pessoas que nos ajudem com este tipo de declarações, aparentemente ditas por alguém que é conhecedor do assunto, ou até mesmo, atrevo-me a arriscar que possa ter sido um médico o autor deste texto.
Obrigada ao Sr. Orlando Costa
Teresa Silva de http://www.averdadeacimadetudo.blogspot.com/ (verdadinha)
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