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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009

Urgente - TRANSPLANTE DE MEDULA - RASTREIO

RECEBI ESTE EMAIL E TAMBÉM JÁ ESTÁ DIVULGADA A INFORMAÇÃO PELA ASSOCIAÇÃO DE PAIS DA ESCOLA DA CHAVE NA GAFANHA DA NAZARÉ; MESMO QUE ESTEJAM LONGE PODEM SEMPRE FAZER UMA REZA PARA QUE TUDO CORRA BEM!

Menina de 12 anos precisa de dador compatível para vencer a leucemia que combate há quatro anos! A Recolha de sangue é no Dia de S. Valentim Igreja Paroquial da Gafanha da Nazaré...aqui ao lado!!!! A menina de que vos falo tem agora 12 anos. Desde os 7 que luta contra o cancro, aqui, na Gafanha da Nazaré!
A menina precisa de um transplante de medula alogénico, ou seja, precisa de encontrar um dador compatível para substituir as células doentes por saudáveis, com o objectivo de reconstituir a medula e garantir a produção de mais células saudáveis.
Para tal, o Centro Nacional de Dadores de Células de Medula Óssea (CEDACE) promove, no próximo dia, 14 (Dia de S. Valentim), das 09 às 12.30 horas e das 14 às 17 horas, na Igreja Paroquial da Gafanha da Nazaré, uma recolha de sangue.
"Já está feito um pedido a nível internacional, mas, de acordo com os médicos, com um dador português, o processo é muito mais rápido", explica a mãe. "E como é por transfusão, não há quaisquer riscos".
Existem dois processos de colheita de células para a transplantação de medula: a colheita a partir da medula óssea (as células progenitoras são colhidas do interior dos ossos pélvicos; geralmente, requer anestesia geral e uma breve hospitalização), e a colheita de células progenitoras periféricas (feita no sangue periférico, através de um processo chamado aférese, em que o dador tem que tomar, previamente, um medicamento, que é um factor de crescimento que vai fazer aumentar a produção de células progenitoras no sangue). E será através deste método que decorrerá a colheita a favor de Rita. Ou seja, as pessoas que quiserem ajudar apenas têm que ser saudáveis e ter entre 18 e 45 anos. Entretanto, a menina encontra-se a frequentar o sexto ano.
Raramente vai à escola, mas as colegas trazem-lhe os apontamentos e não tem qualquer negativa. Tem feito muitas amizades com meninos que sofrem da mesma doença e quer ser arquitecta. "Gosto muito de desenhar plantas de casas", afirma.
Qual a probabilidade de Rita encontrar um dador compatível?
Aproximadamente 80 por cento de todos os doentes têm, pelo menos, um potencial dador compatível. Esta percentagem subiu significativamente após o esforço feito, mundialmente, no recrutamento de dadores.
A medula é um tecido que se regenera rapidamente, pelo que é possível fazer mais do que uma dádiva. Apelo a que repassem este e.mail, já que estou a redigi-lo de início só para os meus contactos!Acho que seria uma forma de dar ainda mais amor, nesse dia de São Valentim...não custa nada, pois nao???Se não puderem ir, já sabem, que pelo menos a vossa oração pode ajudar!
Obrigada eu também por divulgarem!
Mª Inês Ramos.

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Aveiro : Dada como apta para o serviço
Professora com leucemia morre à espera da reforma



Teresa Silva diz que os últimos dias da mãe, Manuela Estanqueiro, professora de Educação Tecnológica em Aveiro, foram marcados pelo sofrimento
Uma professora da Escola Básica 2/3 de Cacia, em Aveiro, a quem há pouco mais de um ano tinha sido diagnosticada uma leucemia, morreu no passado sábado, sem que a aposentação, pela qual batalhara, tivesse sido oficialmente decretada. Manuela Estanqueiro, de 63 anos, tinha sido notícia no CM em Fevereiro, quando a Caixa Geral de Aposentações (CGA) a obrigou a regressar ao trabalho, sob pena de perder o vencimento.
Nessa altura, e tal como a própria testemunhou, “os 31 dias de serviço foram um verdadeiro inferno”, com desmaios e vómitos diários e o agravamento do seu estado de saúde. De tal forma a professora se ressentiu da ordem que lhe foi dada pela CGA que, menos de 15 dias depois, deu entrada nos Hospitais da Universidade de Coimbra e não voltou a ter alta médica.A filha da professora, Teresa Silva, está revoltada com “a cruz que a fizeram carregar” e não poupa críticas à CGA: “A minha mãe tinha mais de 30 anos de serviço, uma doença incurável e debilitante, e nada ficaria a dever ao Estado se lhe tivessem dado a aposentação.”“Acho que alguém tem de ser responsabilizado pelo que se passou e apenas desejo que o caso da minha mãe sirva de exemplo para que outras situações, que sei que existem, não tenham o mesmo desfecho triste”, salienta Teresa Silva.Apesar da batalha que Manuela Estanqueiro travou, sempre com o apoio da comunidade escolar e da Direcção Regional de Educação do Centro, a aposentação só lhe foi concedida uma semana antes da sua morte, apesar de ainda não ter sido publicada em Diário da República. “Mesmo assim, só lha deram porque receberam um relatório médico, que referia uma esperança de vida de um a dois anos”, conta a filha.Teresa Silva está também convencida de que “foi apenas depois da intervenção do Sindicato de Professores da Zona Centro que o processo ganhou novo fôlego”.“A minha mãe viveu os últimos dias constantentemente preocupada com esta situação, que achava de uma injustiça extrema. De tal forma estava atormentada que, quando lhe marcaram nova junta médica em Lisboa, estava ela já internada em Coimbra, queria ir a qualquer custo, nem que fosse de ambulância”, lembra.
APOSENTAÇÃO CHEGOU HÁ QUINZE DIAS
A leucemia de Manuela Estanqueiro foi diagnosticada em Março de 2006, após vários meses de procura dos médicos por uma razão para o seu estado de cansaço crónico. A professora pediu então a aposentação e submeteu-se à primeira junta médica em Novembro de 2006. Enquanto aguardava o desenrolar do pedido feito à Caixa Geral de Aposentações (CGA), Manuela Estanqueiro esteve afastada das aulas por atestado médico, que poderia ser renovado até à data limite de Outubro de 2008. No entanto, um despacho da CGA, de 24 de Novembro de 2006, não só lhe negou a aposentação – por “não se encontrar absoluta e permanentemente incapaz para o exercício das suas funções” – como a obrigou a regressar ao serviço. Manuela Estanqueiro cumpriu as ordens, mas apresentou recurso da decisão. Já internada, a professora recebeu há 15 dias a notícia de que a aposentação fora aceite. Para ela, esta foi uma batalha ganha tarde de mais.
CRÍTICAS AOS CUIDADOS PALIATIVOS
Teresa Silva, que no último ano e meio acompanhou a doença da mãe, é muito crítica quanto aos cuidados paliativos prestados aos doentes do Hospital Infante D. Pedro, em Aveiro, onde a mãe esteve internada nos últimos quatro dias de vida. “Fiquei arrepiada com a forma como a minha mãe foi tratada em Aveiro. Uma médica chegou a dizer-me, com grande frieza, que não valia a pena investir nela, dando-lhe soro de alimento ou transfusões de plaquetas, que já haviam dado provas, porque isso só lhe iria prolongar o tempo de vida e o sofrimento.” Teresa não se conforma que as últimas horas de vida da sua mãe tenham sido de “intenso sofrimento”, quando esta pedia para que a colocassem a dormir e o pessoal médico recusava, “para que as visitas pudessem estar mais tempo com ela”.
Carla Pacheco



Lote de terreno 815m2

Lote, com 815 m2, a 5 minutos de Aveiro, com projecto de arquitecto para moradia R/C e 1º Andar. 55000€.

963197737

Teresa Silva (verdadinha)













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